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Desde
criança, gosto de ler, escrever, desenhar e...
criar!
Adorava brincar de “escolinha” e ensinar
todas as minhas bonecas a ler e a escrever...
Nos intervalos da brincadeira preferida, a segunda brincadeira
preferida: pegar o gravador e fazer muitas entrevistas
com toda a família! Inventar histórias,
gravar e fazer “altas produções”,
com direito a teatrinho, sonoplastia, programas de rádio,
TV e tudo mais, era uma grande diversão!
Assim,
a idéia de ser professora, contar muitas histórias,
ser repórter e fazer um livro sempre esteve nos
meus sonhos! Quando crescesse, era isso que eu queria
ser!
Formei-me
professora. O primeiro trabalho foi no laboratório
de Ciências, História e Geografia, em uma
escola Montessoriana. Sorte minha! Ficava apaixonada
em poder ensinar aos meus alunos tudo aquilo que eu
mais acreditava: o respeito ao lugar em que vivemos
e às pessoas que dele compartilham, a liberdade
com responsabilidade, como princípio básico
de qualquer um que queira ser feliz e pretende fazer
alguém feliz!
Enquanto
trabalhava como professora, formei-me em Comunicação
Social, jornalismo. Afinal, o que é um jornalista,
se não, um grande contador de histórias?!
O primeiro emprego, como não poderia deixar de
ser: redatora.
Escrever, escrever, escrever... E para escrever bem,
claro, ler muito!
A partir
daí, me especializei na Educação
Infantil e Alfabetização, fui mãe,
e acreditei cada vez mais na criança, como sendo
a única capaz de fazer um mundo melhor no futuro!
Então,
unindo as duas profissões que já tinham
sido escolhidas, desde a infância, com a crença
inabalável no poder de transformação
da criança e da leitura ... tornei-me, uma escritora!
O tema motivador para escrever? O respeito à
vida!
Por isso,
a maior felicidade para mim, é saber que alguém,
deste maravilhoso Brasil - não importa se criança,
adolescente, jovem, adulto ou já bem velhinho
- leu um dos meus livros e teve a curiosidade de entrar
neste site para saber um pouco mais desta história!
Convido,
então, você, a fazer uma grande e forte
corrente em defesa da nossa própria vida. Afinal,
qual é o mundo que queremos para nós e
para todos aqueles que ainda estão por vir?
Só
depende de nós!
E, então? Vamos dar as mãos?
Um grande beijo,
Ana Maria
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